8- DIÁLOGOS: ESPÍRITOS VICIADOS EM QUÍMICOS
De nada
adiantará ao dialogador tentar convencê-los das inconveniências dos vícios e da
importância do equilíbrio e da autodisciplina. Não
estão em condições de entender e aceitar tais tipos de conselhos.
Para aliviá-los,
o passe e a sugestão de estarem tomando um remédio para se sentirem melhor
ajuda bem. Conforme o caso devem ser induzidos ao sono para alivio imediato e
posterior auxilio da espiritualidade, e se for possível, tentar falar-lhes a
respeito de auto amor e do amor divino. Que fomos criados para sermos felizes e
se isso não está acontecendo é porque ele não fez boas escolhas, mas que a
partir de agora tudo pode mudar para melhor se ele aceitar ir fazer um
tratamento. Que temos hospitais para
esse tipo de problema.. E... que dus não o esqueceu, prova disso é ele estar
ali agora...
ESPÍRITOS
QUE DESEJAM TOMAR O TEMPO DA REUNIÃO: Tentam alongar a conversa, têm
resposta para tudo. Usam muito a técnica de acusar os participantes, os
espíritas em geral, ou comentam sobre as comunicações anteriores, zombando dos
problemas apresentados.
Observando o seu
intento, o dialogador não deve debater com eles, tentando provar a excelência
do Espiritismo, dos propósitos da reunião e dos espíritas, mas sim levá-los
a pensar em si mesmos.
Procurar
convencê-los de que enquanto analisam, criticam ou perseguem outras pessoas,
esquecem-se de si mesmos, de buscar a sua felicidade e paz interior. Dirão que
estão bem, que não precisam de nada, que são felizes, mas na verdade querem ser
convencidos do contrário.
Precisam
confiar em alguém forte e que sabe o que está dizendo e oferecendo e quase
nunca são esclarecidos de uma só vez. Voltam mais vezes.
PAZ,
MARIA CIBELE

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