Postagens

9- DIÁLOGOS: ESPÍRITOS IRÔNICOS

Imagem
ESPÍRITOS IRÔNICOS:   De diálogo difícil, usam de forma inteligentes, a ironia como agressão. Ferem o dialogador e os participantes com os comentários mais irônicos e contundentes. Ironizam os espíritas, acusando-os de usarem máscara; de se fingirem santos; de artifícios dos quais, dizem, utilizam para catequizar os incautos; de usar magia, hipnotismo, etc. Alguns revelam que seguem os participantes da reunião para vigiar-lhes os passos e que ninguém faz nada do que prega. Em hipótese alguma se deve ficar agastado ou melindrado com isso. É, aliás, o que almejam. Pelo contrário, devemos aceitar as críticas ferinas, inclusive porque apresentam grande fundo de verdade. Essa aceitação é a melhor resposta. A humildade sincera, verdadeira, nascida da compreensão de que em realidade somos ainda muito imperfeitos.   Tentar defender-se, mostrar que os espíritas trabalham muito, que naquele Centro se produz muito, é absolutamente ineficaz.   Ser á at é demo...

8- DIÁLOGOS: ESPÍRITOS VICIADOS EM QUÍMICOS

Imagem
Dentre os vícios mais comuns, está a dependência química, especialmente a que se refere a álcool e drogas. Dependência em álcool e drogas causam transtorno psiquiátrico crônico e se apresentam em estado terrível de abstinência,   pedindo, suplicando ou até mesmo exigindo que sejam saciados. Podem ter delírios se debaterem e se sentirem cercados por sombras, perseguidos por bichos, monstros que lhes infundem pavor. Quadro muito triste.   De nada adiantará ao dialogador tentar convencê-los das inconveniências dos vícios e da importância do equilíbrio e da autodisciplina.   Não estão em condições de entender e aceitar tais tipos de conselhos. Para aliviá-los, o passe e a sugestão de estarem tomando um remédio para se sentirem melhor ajuda bem. Conforme o caso devem ser induzidos ao sono para alivio imediato e posterior auxilio da espiritualidade, e se for possível, tentar falar-lhes a respeito de auto amor e do amor divino. Que fomos criados para sermos felizes e s...

7 DIÁLOGOS: ESPÍRITOS QUE NÃO QUEREM DIALOGAR E SUICIDAS

Imagem
O não querer falar, pode ser resultado de problemas mentais ou físicos que interferem no centro da fala, como também em virtude do ódio em que se consomem que de certa maneira, oblitera a capacidade de transmitir o que pensam e sentem. Como já dissemos, pode ser o reflexo de doenças de que eram portadores antes da desencarnação e que persistem no além-túmulo, por algum tempo, de acordo com o estado mental de cada um. Existem aqueles que não querem falar para não deixar transparecer o que pensam, representando essa atitude, uma defesa contra o trabalho que pressentem (ou sabem) estar sendo feito junto deles. Entidades com muito ódio parecem sufocadas, tendo por isto dificuldade de falar. Neste último caso, o médium pode conseguir traduzir as suas intenções, paulatinamente.   Não há necessidade de tentar insistentemente que falem .   Ciente disso, o dialogador pode ir aos poucos conscientizando-o de que esse problema pode ser resolvido, que era uma consequênc...

6 DIÁLOGOS: DORES, PERDIDOS E CONFUSOS,

Imagem
DORES:   Em caso de dor, antes de qualquer diálogo deve-se socorre-lo. Como? Siga sua intui çã o segundo o que ele vai falando ou demonstrando fisicamente: Estou com frio : Diga, estou colocando um cobertor em seu corpo e já esta esquentando. Estou com dor na cabeça, barriga : aqui é um pronto socorro e o médico ao seu lado esta aplicando um analgésico que vai parar   a dor.. Estou enterrado em um buraco , esta escuro: pegue na minha mão. Já estamos tirando você dai agora. Estou acorrentado: Ai devemos ter cuidado, pois, pode estar amarrado pelo médium, para evitar desordens, ou pode mesmo, serem correntes. Vamos te desacorrentar agora e você estará livre, no caso de escravos ou prisioneiros. Se for rebelde, espere que o próprio médium o faz, quando vir que o espirito se acalmou. Alguns veem a corrente, outros apenas se sentem presos, pela educação do médium. PERDIDOS OU CONFUSOS:   Espíritos que desconhecem a própria situação.     Certos Es...

5 - DIALOGO: FIXAÇÕES MENTAIS

Imagem
É o estado em que o comunicante, encarnado ou desencarnado , cristaliza seu psiquismo em torno de   determinados fatos, acontecimentos ou sentimentos do passado,   isolando-se do mundo externo e passando a viver   unicamente em fun çã o daquelas ideias. Ao   se afastar do corpo   f í sico pela imposi çã o da   morte, o espirito continuar á cativo dos processos da vida inferior, com a densidade caracter í stica da   fixa çã o mental   a que se afei ç oa, em circuito fechado sobre si mesmo, onde as vozes e os quadros dos pr ó prios pensamentos lhe imp õ em   reiteradas   alucina çõ es.   O espirito perde, ent ã o, a no çã o de tempo e sua mente apenas enxerga esses fatos,   os   acontecimentos ou sentimentos que lhe causaram profundo desequilíbrio e desarmonia interior   ou seja, para ele, é como se   o tempo n ã o tivesse passado, ficando estacionado nesta situa çã o anos seguidos,   gravitand...

4- CONTRIBUIÇÃO DO MÉDIUM PSICOFÔNICO DURANTE O DIÁLOGO

Imagem
- Um médium mais ilustrado, com maiores conhecimentos intelectuais fornece melhores recursos para um esclarecimento de teor mais erudito; - Um médium de temperamento mais violento oferece condições mais propícias a manifestações violentas e pela mesma razão, se existe entre médium e dialogador um vínculo mais forte de afeição,   o espírito agressivo fica algo contido, e ainda que agrida o dialogador com palavras, não consegue fazer tudo quanto desejava. - Um médium de temperamento mais calmo oferece condições mais propícias a manifestações mais pacificas e pode ser, segundo seu nível moral, utilizado para acolher espíritos mais agressivos devido sua bondade. Veja o caso da médium Celina no livro Missionários da Luz de André Luiz. O Espirito se sentirá amarrado e mais propenso a entender as considerações do dialogador.   Muitos s ã o os esp í ritos que se queixam de se sentirem “ presos ” , como que amarrados durante suas manifestações, exatamente porque não logr...

3- FASES DO DIÁLOGO E COMO AGIR

Imagem
  Acolher e esclarecer os desencarnados que sofrem, à luz do entendimento espírita e do Evangelho de Jesus, é o objetivo do dialogador espirita. Onde,    sen ã o em uma casa espirita,   um espirito desnorteado, perdido de si mesmo, totalmente equivocado, recebe esse tipo de atendimento? Viram a importância do trabalho mediúnico realizado pelo médium psicofônico, pelo médium de sustentação e do dialogador?   Amor e estudo. Estudo e amor. Eis formula   para cometer menos desacertos,   e a solu çã o para sua inseguran ç a.     A seguir, temos alguns pontos importantes a considerar: se voc ê chegou at é aqui, é porque j á provou a si mesmo que tem comprometimento e discernimento   suficiente para assumir uma tarefa tão sublime. O pré requisito para essa função, é amor e comprometimento. Depois é o estudo teórico.   Para infundir respeito ao comunicante, sua alma deve ter desenvolvido empatia e compaixão. Mas, não fic...