6 DIÁLOGOS: DORES, PERDIDOS E CONFUSOS,



DORES: Em caso de dor, antes de qualquer diálogo deve-se socorre-lo.
Como? Siga sua intuição segundo o que ele vai falando ou demonstrando fisicamente:
Estou com frio: Diga, estou colocando um cobertor em seu corpo e já esta esquentando.
Estou com dor na cabeça, barriga: aqui é um pronto socorro e o médico ao seu lado esta aplicando um analgésico que vai parar  a dor..
Estou enterrado em um buraco, esta escuro: pegue na minha mão. Já estamos tirando você dai agora.
Estou acorrentado: Ai devemos ter cuidado, pois, pode estar amarrado pelo médium, para evitar desordens, ou pode mesmo, serem correntes. Vamos te desacorrentar agora e você estará livre, no caso de escravos ou prisioneiros. Se for rebelde, espere que o próprio médium o faz, quando vir que o espirito se acalmou. Alguns veem a corrente, outros apenas se sentem presos, pela educação do médium.

PERDIDOS OU CONFUSOS: Espíritos que desconhecem a própria situação.  Certos Espíritos não têm condições de serem informados sobre a própria morte. Não têm consciência de que estão no plano espiritual. Não sabem que morreram e sentem-se imantados aos locais onde viveram ou onde está o centro de seus interesses.

Deve-se procurar infundir-lhes a confiança na vida e que ela se processa em vários estágios;  que ninguém morre (a prova disso é ele estar ali falando) e que a vida verdadeira é espiritual. Conforme a situação, podemos sintoniza-lo com entes queridos para conforta-lo. Caso não aconteça, convide-o a conectar-se com a casa que o  está oferecendo acolhimento.


PAZ, MARIA CIBELE

Sugestão de leitura: 
Livro do Projeto Manoel Philomento de Miranda “Reuniões Mediúnicas (1993)”.




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